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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Agente responde à Isaac Albagli, denuncia perseguição e reforça a existência de esquemas de beneficiamentos na Sutran

Na última segunda-feira (30), publicamos aqui a postagem do agente de Trânsito de Ilhéus, Arnaldo Souza, no Facebook, onde ele denunciou que um veículo, após ter sido notificado e recolhido, no mês de julho, foi liberado, e as notificações desapareceram.

Ao questionar a situação ao secretário municipal de Infraestrutura, Transporte e Trânsito, Isaac Albagli, o agente afirmou que ele teria dito que isso não seria de sua responsabilidade, e que o servidor comunicasse o problema ao Sutran, e que, caso não estivesse satisfeito, que entrasse com uma representação. (Leia AQUI)

Nesta terça-feira (01), reproduzimos aqui a resposta do secretário Isaac Albagli ao agente, Na ocasião, um dos homens fortes do jabismo, confirmou que falou isso mesmo ao agente, e que agiu de forma correta. (Leia AQUI)

Pois bem, em contato com a nossa redação via e-mail, o referido agente municipal de Trânsito, respondeu mais uma vez ao secretário Albagli. Reproduziremos na íntegra a fala do servidor:

“Acho que devido ao período natalino, a foto do secretário com sua barba e o conteúdo do seu e-mail, lembrou-me do Papai Noel, nosso querido “Bom Velhinho”.

Depois do desabafo no Facebook, verifiquei que outras notificações que foram aplicadas nos veículos de empresas de nossa cidade, que insistem em transitar com alguns veículos, com para-brisa trincado, também “sumiram”.

Durante esses mais de três anos na prefeitura, entreguei ofícios e abri diversos processos administrativos, com denúncias, solicitações, questionamentos… e nunca recebi retorno da secretaria de Infraestrutura, Transporte e Trânsito, gabinete do prefeito, secretária de Administração, Procuradoria Geral do Município e superintendência de Transporte e Trânsito (Exceto a que foi enviada para Isaac Albagli). O que poderia me fazer pensar que, nesse Natal, será diferente?

Agora, parece, que me querem a todo custo fora das ruas, pois recentemente devolvi o fardamento por apresentar alguns defeitos, informando que iria trabalhar de calça jeans e camisa amarela. Recebi um oficio informando que deveria permanecer na base, até que fosse providenciado outro fardamento. Fui ameaçado de ter o ponto cortado se não ficasse. Fiquei sem entender, pois colegas que tiveram, em média, 20 dias cortados por se recusarem a trabalhar de calça jeans e camisa amarela, o setor de transporte trabalha de calça jeans e camisa amarela, ainda fazem notificações e apreensões assim, os agentes que trabalham interno não usam farda, os da educação para o trânsito também usam calça jeans e camisa amarela. Consegui resolver o problema do fardamento.

A Sutran está se recusando a me fornecer protetor solar e me orientaram a ficar na base.

No início do mês aconteceu o fato, no mínimo curioso, fui abordado por um oficial e uma viatura da polícia militar, na praça Cairú, eu fardado e em serviço, com o argumento de que fizeram uma denúncia na central da PM que eu estaria trabalhando armado. E que uso a gandola por fora para esconder uma arma.

O superintendente de Transporte e Trânsito tem conhecimento da matéria publicada, mas até agora não se pronunciou.

A resposta dele não foi distorcida!

Acredito que distorcido é a importância que ele dá ao que foi relatado”.


agravo

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