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terça-feira, 24 de novembro de 2015

"ERRAMOS" DIZ SITE AGRAVO

Nos equivocamos ao publicar, nesta segunda-feira (23), a imagem de uma praia com a água barrenta, como sendo do litoral do município de Alcobaça, no extremo sul da Bahia, e que seria fruto da contaminação da lama tóxica, oriunda do rompimento da barragem da mineradora Samarco, no município de Mariana-MG.

Buscamos informações mais detalhadas e verificamos não se tratar da verdade.

Porém, segundo informações do diretor da Estação Biologia Marinha Ruschi, o biólogo André Ruschi, em depoimento ao site Climatologia Geográfica, há possibilidades da lama, chegar ao litoral baiano, incluindo as praias ilheenses.

O biólogo afirma que a lama tóxica se espalhará por 3 mil quilômetros ao norte de onde desaguou, no litoral do Espírito Santo, e 7 mil ao norte.

Pedimos sinceras desculpas aos nossos leitores, e reiteramos que o Blog Agravo, ao longo dos 10 anos de existência, sempre foi pautado pela credibilidade, e respeito aos nossos leitores.

Editoria

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Foto: Ilustrativa

De acordo com o biólogo André Ruschi, diretor da estação biológica Ruschi, a lama tóxica, oriunda do rompimento de uma barragem da mineradora Samarco, há duas semana, deve atingir cerca de 10 mil quilômetros de onde desaguou no oceano atlântico, no litoral do Espírito Santo.

“A sopa de lama tóxica que desce no Rio Doce, e descerá por alguns anos toda vez que houver chuvas fortes, irá se espalhar por uns 3.000 quilômetros quadrados no litoral norte e uns 7000 quilômetros quadrados no litoral ao sul”, afirmou o biólogo.

André ainda afirma que as consequências ambientais da tragédia podem reverberar por décadas. “Os minerais mais tóxicos e que estão em pequenas quantidades na massa total da lama, aparecerão concentrados na cadeia alimentar por muitos anos, talvez uns 100 anos”, completou.

*Matéria publicada por Rans Spectro

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